Texto por: Lorna Dannan.
Olá caro visitante, neste setor tentarei expor algumas das particularidades relacionadas a sociedade D'ni e aos principais personagens da
série MYST, claro que não resistirei fazer algumas especulações. Crônica pode ser definida por um texto jornalístico ou não, feito livremente narrando um determinado
assunto. Também pode ser uma cronologia comentada ou um conto com final indeterminado. Este setor é chamado de crônicas, pois aqui pretendo expor alguns textos e estudos de
cunho pessoal sobre os D'ni. Contudo no menu a esquerda, você também poderá ler os textos dos diários de Atrus,
Catherine, Sirrus, Achenar, Yeesha
e Gehn, encontrados por todos os jogos da série. No caso do diário de Ti'ana as informações serão retiradas
do livro Book of Ti'ana e sites da internet, quando isso ocorrer serão inseridas também as referências legais a respeito do direito autoral.
Os demais textos serão traduções livres dos diários encontrados nos jogos. Na verdade será uma espécie de compilação, ou reunião de
textos. Já os setores que tratam do Casamento, Estrutura Social, Maturidade e Gravidez D'ni,
são um misto de compilações e traduções dos textos do DRC, D'ni Restoration Council, encontrados no sítio arqueológico do setor
Tokotah da Cidade de Ae'Gura - Grande Caverna. Note que os textos referentes a
sociedade D'ni, não serão meras cópias, e sim derivados de pesquisas entre os textos do DRC e as
narrativas encontradas nos Livros dos Reis na Câmara Real em Ae'Gura.
Se você quiser ler informações sobre os personagens visite também o setor Glossário. Para saber a ordem cronológica dos acontecimentos na estrutura
dos jogos visite o setor Cronologia.
Abaixo você irá encontrar uma breve explicação sobre tópicos relacionados com as crônicas. Algumas destas explicações são baseadas
nas informações encontradas nos diversos jogos da série, principalmente na expansão Uru to D'ni, outras referências serão retiradas do livro
MYST Reader, escrito por Rand Miller, Robyn Miller e David Wingrove. Para acessar um tópico determinado, utilize o menu lateral.
Tópicos relacionados as crônicas com explicações breves.
Diários... Por que eles existem?
Vivendo na Caverna.
Origem de Anna ou Ti'ana a avó de Atrus.
Vulcão e a ravina no Novo México.
Gehn leva Atrus até D'ni.
Atrus conhece Catherine em Riven.
Achenar, Sirrus e Yeesha...
Relatos e Diários do DRC.
Diários... Por que eles existem?
Em todos os jogos da série MYST e nas expansões ligadas ao Uru Ages Beyond MYST, uma das
mais importantes fontes de informações são os Diários Pessoais dos personagens ou os Diários Históricos
confeccionados pela DRC - D'ni Restoration Council. Apesar da escrita ser uma forma rudimentar de comunicação, pois neste contexto
necessita apenas de papel e tinta, é um método que combina perfeitamente com as características do universo de MYST. Como a linha histórica desta civilização abrange
cerca de dez mil anos, nada mais natural que a utilização da escrita para registrar seu nascimento seu auge e sua queda. Lembre-se ainda que os D'ni
desenvolveram a escrita séculos antes em relação aos humanos. Aparentemente ter um diário pessoal é algo muito comum entre os membros da civilização D'ni,
isso revela que a população é alfabetizada em tenra idade. Obviamente nem todos têm a oportunidade de aprender a Arte da Escrita,
que possibilita a confecção dos Livros de Ligação, mas todos orgulham-se do ato da escrita, nem que seja apenas para registrar as
tarefas diárias do cotidiano. E não precisa ser necessariamente um D'ni puro para ter este apreço pelos diários, muitas das culturas que
interagiram com os D'ni foram influenciadas. Um bom exemplo são os diários da família de Atrus, neles
podemos ver desde aventuras em Eras distantes, até as narrativas mais comuns da vida privada. São através destes relatos que começamos a
entender a estrutura do enredo central de MYST. Os diários também podem ser da categoria descritiva, onde podemos entender características de determinada
Era, este tipo de diário é facilmente encontrado em vários dos episódios da série, além de facilitar a jornada, são extremamente explicativos.
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Vivendo na Caverna.
Muitos perguntam-se... Por que uma caverna, se os D'ni podiam construir belas
Eras ao ar livre? Bem isso tudo depende do contexto. Quando Ri'neref trouxe parte dos habitantes de
Garternay para o subterrâneo da Terra, ele acreditava que deixando a sede da capital de sua nova civilização em uma caverna, ela
estaria segura de qualquer intempérie externa. Note que Garternay, onde viviam os Ronay,
antepassados dos D'ni e dos Terahnee, foi assolada por forças destrutivas durante anos, devido ao
sol vermelho decadente que o planeta possuía. Houveram discussões calorosas a respeito do destino da população que habitava Garternay.
Naquele contexto aconteceu uma cisão, parte da população Ronay foi para uma nova Era chamada
Terahnee, onde o sistema de escravidão durou séculos, e a outra parte seguiu Ri'neref até
D'ni, palavra que significa Novo Começo, no interior da Grande Caverna. A partir
da Grande Caverna, eles poderiam se debruçar na criação de várias Eras de forma segura para a
visitação. Não há como saber se Ri'neref acreditava ter criado a Terra, ou se apenas fez um Livro de Ligação
para o nosso planeta. Leia mais na teoria da Árvore de Possibilidades. Com a passagem do tempo e devido a divisão de classes sociais,
alguns privilegiados tinham suas próprias Eras Privadas, onde a família poderia passar horas de tranqüilidade. Algumas destas
Eras eram habitadas. Também foram criadas Eras para o uso fruto dos habitantes da caverna, como meio de
conseguir matéria prima industrial e ou alimentos em larga escala. Algumas destas Eras eram mantidas especificamente pela população
D'ni, outras utilizavam mão-de-obra escrava ou quase isso, esta característica gerou revolta e com o tempo ocorreram vários golpes contra a
população da caverna, que sempre foi encorajada a acreditar ser superior aos habitantes encontrados nas demais Eras.
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Origem de Anna ou Ti'ana a avó de Atrus.
Um dos mistérios mais escondidos do Universo MYST é a origem de Anna, a avó de
Atrus. Anna tinha dezoito anos quando encontrou por acaso uma edificação fora do comum, dentro de um
túnel próximo a sua moradia em um dos desertos da superfície terrestre. Por volta de 1.712 d.C. ela e seu pai, exploravam uma área isolada, que tinha conexão via
terrestre a uma cidade de mercadores chamada Tadjinar. Seu pai era geólogo e ela o auxiliava com medições, mapas e aprendia tudo que
ele ensinava. Seu trabalho consistia em procurar fontes de minerais preciosos, para um homem chamado Amanjira de
Tadjinar, um negociante vindo do Oriente e com grandes posses. Mas não há muitas pistas sobre a vida pregressa de seu pai, além de um
pequeno trecho que ressalta sua infância na Europa. Também não há relatos de como eles foram parar no deserto, o certo é que a mãe de Anna
morreu por volta de 1.704 d.C. em um acidente durante uma exploração. Também não há como saber ao certo onde está localizado este deserto descrito no princípio do livro
Book of Ti'ana, aparentemente trata-se do Oriente Médio ou do Nordeste do continente Africano. A narrativa fala de caravanas, camelos e de islâmicos. Alguns sites
fazem uma correlação com o deserto do Novo México, onde se passa Uru Ages Beyond MYST, e onde realmente há uma entrada para o
Great Shaft - Grande Eixo ou Grande Árvore, mas no livro Book of Ti'ana,
fica claro que ela utilizou esta rota para fugir de D'ni durante a queda, e que ela não utilizou este caminho quando descobriu a
Grande Caverna. Porém, a Cyan empresa responsável pelo jogo, alega que os detalhes que lembram o Oriente Médio, são apenas
escapismos do autor David Wingrove, que escreveu o livro em conjunto com os irmãos Robyn e Rand Miller. Tais escapismos não devem ser considerados como
canônicos, ou seja, como verdadeiros em relação aos jogos da série MYST. Então de acordo com o jogo, tanto o deserto onde o pai de Anna
encontrou o misterioso túnel para D'ni, como o deserto do Novo México, onde Anna desemboca no
final do livro fugindo da Grande Caverna, são os mesmos.
Voltando ao deserto descrito no livro com pouca nitidez, Anna é encorajada por seu pai a vasculhar
a entrada do misterioso túnel, mas neste primeiro momento eles não chegam a nenhuma conclusão concreta, sobre o que ou quem fez o túnel. Posteriomente o pai de
Anna que já estava muito doente, morre durante o sono no local onde ambos moravam, apenas chamado no livro de Lodge,
mas desconfio que seja a ravina vista no início de Uru Ages Beyond MYST, ou pelo menos um lugar muito parecido com a ravina. A jovem fica sem
ter para onde ir, e certamente ela não pretende trabalhar sozinha para Amanjira. Então movida pela curiosidade e pela memória de seu pai,
ela embrenha-se no estranho túnel, a certa altura da narrativa Anna perde-se e acaba encontrando uma estranha estrutura com máquinas além de
sua compreensão, depois ela chega até uma espécie de pórtico, quando é encontrada por membros da Guilda dos Mantenedores sendo levada
até a Grande Caverna.
Muitas especulações são feitas sobre o local de nascimento de Anna a partir da origem de seu nome,
alguns crêem que ela é de origem espanhola, devido o mural no Terminal de Barcaças, onde pode-se ler
Privilegia-Privilégio,
outros crêem que ela é de origem alemã ou ainda de origem mediterrânea. A palavra Anna tem origem hebraica, Hannah, e significa cheia de graça, também é
um nome bem genérico. O certo é que a jovem de dezoito anos era muito inteligente, extremamente perspicaz e dominava muito bem o raciocínio lógico, isso impressionou os
D'ni que mantiveram contato com Anna, muitos acreditavam que os habitantes da superfície fossem bárbaros
em sua maioria, o que não deixa de ser verdade.
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Vulcão e a ravina no Novo México.
Depois do jogo Uru Ages Beyond MYST e MYST V End of Ages, ficou claro
que o vulcão inativo e a ravina onde habitaram Ti'ana e Atrus são realmente no Novo México. Mesmo
com as narrativas de Atrus no livro Book of Atrus, onde ele fala de camelos e caravanas, novamente um escapismo de David Wingrove,
como acontece no deserto narrado no início do livro Book of Ti'ana, leia o tópico anterior, não há dúvida que o terreno, nos jogos, é no Novo México. Mesmo assim quando
Anna chegou naquele ponto, precisou morar em algum lugar e ela encontrou a ravina, mas quem construiu aquelas cavernas? Talvez ela tenha
encontrado as cavernas parcialmente elaboradas, afinal neste lugar habitavam antigas tribos americanas nativas, ou talvez tenham sido possíveis membros da expedição
D'ni na época da construção do Grande Eixo ou mesmo Aitrus já
prevendo o pior, ou o pai de Anna, se levarmos em conta que o deserto de chegada e saída são os mesmos. A descrição do local chamado Lodge é muito
parecida com a ravina do deserto, muitos cômodos, pontes entre os cômodos e um pequeno lago no fundo do terreno. Mas posteriormente seu pai cita a ravina em um contexto
diferente: há uma passagem no livro Book of Ti'ana, onde Anna é obrigada a viajar sozinha até Tadjinar,
pois seu pai está doente, para entregar um mapa para Amanjira e pegar o pagamento pelos serviços prestados. Antes de
Anna partir, seu pai avisa para ela passar a noite na ravina próximo ao vulcão. Esta ravina é similar àquela do início do jogo
Uru Ages Beyond MYST, até mesmo a decoração das portas e as passagens por cima do pequeno lago no fundo da intrigante fenda, são descritos de
forma idêntica, então podemos chegar a conclusão que este lugar já era conhecido de Anna, antes dela conhecer a
Grande Caverna.
Mas por que ela foi parar neste lugar em sua fuga? Ela deveria conhecer o Grande Eixo,
afinal Aitrus seu esposo, era da Guilda dos Exploradores e trabalhou na confecção do
Grande Eixo. Ela sabia que aquela construção era uma das rotas de fuga em direção a superfície. Por que ela fugiu? A
Grande Caverna não era mais segura durante e após a Queda da Civilização D'ni e os habitantes
que não morreram na Capital D'ni, fugiram para diversas Eras. Neste momento grande parte da
história D'ni ficou obscura, o certo é que muitos da população culpavam a presença da estrangeira pela Queda,
outros sabiam muito bem tratar-se de uma revolta que há anos estava a ponto de eclodir, muito mais por motivações sociais do que por motivações xenofóbicas.
Ti'ana preferiu viver com os seus do que com os D'ni em alguma Era
desconhecida.
Ti'ana viveu na ravina primeiramente com Gehn, em certo ponto
ele foge e volta para a Grande Caverna, sua intenção era aprender a Arte de Confecção de
Livros de Ligação, o que ele realmente fez precariamente. Ele retorna a superfície anos mais tarde com Keta chamada
Leira em sua língua nativa, grávida e a beira da morte. Anna consegue salvar o bebê
Atrus, que é imediatamente renegado por seu pai. No prólogo do Book of Atrus, ele diz: Enterre-o junto com a mãe dele... Você o
salvou! Agora cuide dele! E depois destas palavras Gehn desaparece novamente. Depois de quatorze anos,
Atrus reencontra o seu pai, que agora pretende ensinar a Arte da escrita para o filho,
felizmente com o tempo Atrus conhece a verdadeira natureza de seu pai.
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Gehn leva Atrus até D'ni.
Quando Atrus fez quatorze anos, seu pai Gehn retorna a ravina
no Novo México para buscá-lo. Anna sabia que este dia chegaria e não pôde fazer nada. Ela deixou o menino seguir o pai.
Gehn empreendeu uma dura caminhada pelo Grande Eixo até o interior da
Grande Caverna levando Atrus para K'veer, a ilha que
anteriormente foi a mansão da família de Veovis. Ironicamente foi neste mesmo lugar que seu pai Aitrus
morreu ao salvar Gehn e Anna da fúria de A'Gaeris. Até aquele momento
Atrus tinha sido poupado das circunstâncias nefastas que levaram Anna seguir para a superfície, ele também
desconhecia a natureza diabólica de Gehn. Contudo com o passar do tempo e com as tentativa de Gehn de fazer
seu filho um seguidor de suas idéias, Atrus pôde constatar que seu pai era em primeiro lugar, um irresponsável e em segundo lugar, um meio
D'ni revoltado com sua situação, que culpava a mãe por tudo que tinha acontecido. Ao ver as ações de Gehn
ao tratar seu próprio servo em K'veer e depois os habitantes das Eras, que ele construiu,
Atrus decidiu deter o próprio pai. Contudo infelizmente Gehn, que não teve a presença do pai benevolente,
e foi discriminado entre os D'ni em sua primeira infância, acabou gerando um filho sem pai, Atrus
não teve o exemplo de um bom pai para seguir e conseqüentemente isso o moldou para ser um pai ausente com seus dois filhos, Sirrus e
Achenar, experiência que ele felizmente não repetiu com Yeesha.
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Atrus conhece Catherine em Riven.
Atrus conheceu Catherine em uma de suas visitas a
Quinta Era, conhecida pelos habitantes locais como Riven. Catherine
destacava-se das demais habitantes do local, por sua inteligência e sua beleza e logo chamou a atenção do não tão jovem Gehn, que obviamente
via na moça não somente uma pupila, mas uma consorte. Atrus ignorando as reais intenções do pai, acabou também chamando a atenção da rivenense,
que logo passou tratar Atrus de forma mais amigável. A certo ponto os dois se unem contra Gehn, que não se
vê traído somente pela habitante talentosa, sua futura consorte, mas também pelo filho, o qual ele acreditava piamente ter ensinado a boa Arte
da Confecção de Livros de Ligação. O drama familiar é estabelecido. Obviamente há outros fatores envolvidos nesta trama, mas o resultado todos sabemos. Em segredo
Atrus, Catherine e Ti'ana pretendem isolar
Gehn em um Livro Prisão, esta parte do plano não obtém êxito e Gehn
fica preso em Riven. Mas os três obtêm sucesso na confecção da Ilha MYST, onde vão morar até conseguirem
cumprir os seus destinos.
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Achenar, Sirrus e Yeesha...
Após passarem algum tempo na Ilha MYST, Atrus e
Catherine têm seus dois filhos, Achenar o mais velho e Sirrus,
o mais novo, e nesta condição, o que exige mais atenção. A medida que os meninos crescem, Atrus e Catherine
passam muito tempo preocupados com o legado de Gehn e de sua própria origem. Atrus pretende um dia
restabelecer a Civilização D'ni e Catherine pretende salvar os rivenenses de
Gehn. No meio deste caminho, os dois, acredito que sem esta pretensão, acabam renegando os filhos a um segundo plano. Resultado, os meninos
cresceram e começaram a ter novas motivações, Sirrus sempre tentando chamar a atenção sobre si, acreditava ser um semi deus dominando todos
os habitantes das Eras que visitava. Achenar seguindo seus instintos e tentando ser aceito a todo o custo
pelo irmão, segue os mesmos passos. Até que em certo ponto, ambos começam a discordar das necessidades coletivas que os motivava, e começaram a competir para ver quem tinha mais
poder e riquezas. Isso leva ambos a elaborar um plano nefasto para afastar sua mãe para longe e prender seu próprio pai em K'veer. No afã de
conseguir mais riquezas e poder, ambos entram em Livros Prisões e são devidamente punidos por suas ações.
Atrus e Catherine ficam desnorteados e estranhamente
começam a usar sua energia exclusivamente para restabelecer os D'ni, de certa forma eles sentem-se envolvidos em uma maldição
e acreditam que somente eles podem salvar os D'ni. Simplesmente não tentam reabilitar os próprios filhos... De qualquer forma com o tempo
e como se é de esperar eles têm outra filha, Yeesha, sendo que ambos depositam toda a sua fé neste novo rebento.
Yeesha nasceu entre 9.471 D.E e 9.472 D.E - 1.816 d.C. e desde jovem mostrou grande inteligência e perspicácia,
infelizmente ela também era ingênua e conheceu de forma dramática a natureza dos irmãos e a história de seus ancestrais. Na adolescência ela aprende a
Arte D'ni através de seu pai, que agora parece estar mais presente. Com o tempo Atrus passa o
seu fardo para a filha, que acredita ser a peça chave de uma profecia escrita há cinco mil anos atrás por um D'ni apenas chamado de
O Observador. Mas no final ela descobre que realmente era o pivô da profecia e lança-se de corpo e alma para a restauração dos
D'ni em uma nova terra. Veja MYST V End of Ages.
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Relatos e Diários do DRC.
Os Diários do DRC são de suma importância para entender parte da história D'ni.
Há quatro tipos de diários: os explicativos, como os que descrevem as Eras ou os mecanismos encontrados em determinado local, os diários
históricos, como os que narram a história dos Reis D'ni, os específicos, como os que narram a história do Santuário do Observador
ou os que narram um acontecimento particular, e por último os diários pessoais dos pesquisadores do DRC. A partir do jogo
Uru Ages Beyond MYST passamos a conhecer o DRC D'ni Restoration Council - Conselho para a Restauração D'ni.
Em 1.988 d.C. dois homens da superfície encontram as ruínas D'ni, através de uma entrada peculiar em um vulcão inativo no
Novo México. Eles eram John Loftin e Elias Zandi. Em 1.990 d.C., duzentos e cinqüenta anos
depois da Queda da Civilização D'ni, Loftin e Elias Zandi convocam
o cientista e historiador, Dr. Richard Watson para ingressar em um grupo de pesquisa arqueológica. A base do DRC
era iniciada. Posteriormente os irmãos Millers trazem a baila os Diários de Atrus e Catherine,
esta foi uma boa forma de unir as história de Atrus e dos D'ni no contexto do jogo.
Watson cruza as informações dos diários com as informações encontradas na Grande Caverna.
Posteriormente Elias discute a restauração da Cidade D'ni com seu filho Jeff,
mas este discorda dos métodos empregados por Watson. Em 1.996 d.C. Elias morre e deixa toda a sua
fortuna para a criação do DRC, Watson assume a direção do projeto e imediatamente convoca pessoal especializado,
historiadores, arqueólogos, sociólogos e cientistas. Jeff, que herdou o terreno em torno do vulcão e discordando totalmente dos métodos
empregados pela DRC, fica na superfície próximo a ravina, para orientar possíveis exploradores leigos. Nas ruínas a equipe da
DRC trabalha arduamente para encontrar novas Eras, e restabelecer parte da história dos
D'ni. Para tanto eles reúnem todos os dados em diários específicos e dividem-se por projeto.
Contudo entre 2.000 d.C. e 2.004 d.C. estranhos acontecimentos põem em risco toda a restauração. Um dos cientistas
chamado Philipe Henderson desaparece, outro membro importante da equipe chamado Douglas Sharper
ingressa em uma busca sem sentido, e Richard Watson ruma para o desconhecido no Grande Eixo.
Enfim todo o sítio arqueológico é abandonado e o DRC encerra as expedições. Mais recentemente com a volta do Uru Live aos países
associados, o DRC volta a ativa sob o comando de uma nova cientista e entusiasta chamada Cate Alexander. Novas
Eras começam a ser exploradas, os sítios arqueológicos anteriormente abandonados, começam a sofrer novos testes de estrutura para receber
novos visitantes. O DRC ganha novo fôlego e novos exploradores retomam a antiga jornada rumo a D'ni.
Veja detalhes na página oficial do DRC. Para saber mais, leia os artigos no setor Acontecendo
desta página, informações sobre o que está ocorrendo nas Eras pesquisadas pelo DRC e a restrição para novas expedições na
Grande Caverna.
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